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Segunda, 20 de Fevereiro de 2017

Provérbios > O

Provérbios, letra O

  • O alheio chora o seu dono.
  • O barato sai caro.
  • O Bem soa; o Mal, voa.
  • O bom filho à casa torna.
  • O bom julgador por si se julga.
  • O bom junto ao pequeno fica maior, e junto ao mau fica pior.
  • O cão com raiva, do seu dono trava.
  • O casamento e a mortalha no céu se talha.
  • O descuidado sempre é necessitado.
  • O Diabo cobre com uma manta e descobre com um chocalho.
  • O fraco ofendido atraiçoa e o forte perdoa.
  • O fruto proibido é o mais apetecido.
  • O futuro a Deus pertence.
  • O ganho e a lazeira andam de feira em feira.
  • O hábito não faz o monge.
  • O ladrão volta sempre ao local do crime.
  • O mal e o bem à face vem.
  • Ó mar alto, ó mar alto, ó mar alto sem ter fundo; mais vale andar no mar alto do que nas bocas do mundo.
  • O mau é ter mais olhos do que barriga.
  • O medo guarda a vinha.
  • O Melão e a Mulher são maus de conhecer.
  • O mês de Agosto será gaiteiro, se for bonito o 1º de Janeiro.
  • O morgado e a morgada e o resto da manada não prestam para nada.
  • O necessário deleita, o desnecessário atormenta.
  • O novo por não saber e o velho por não poder deitam tudo a perder.
  • O olho do dono, engorda o cavalo.
  • O pouco basta, e o muito se gasta.
  • O primeiro milho é para os pardais.
  • O prometido é devido.
  • O que a água dá, a água levará.
  • O que anda a cavalo vive pouco; e o que anda a pé, contam-no por morto.
  • O que é demais, molesta.
  • O que está feito, feito está.
  • O que não mata, engorda.
  • O que não tem remédio, remediado está.
  • O que o juízo dos pais acumula, a loucura dos filhos desbarata.
  • O que para uns é mel, para outros é fel.
  • O que tem de ser, tem muita força.
  • O rabo, sempre cheira ao que larga.
  • O Robalo, quem o quiser há-de escamá-lo.
  • O Saber não ocupa lugar.
  • O segredo é a alma do negócio.
  • O seguro morreu de velho.
  • O seu a seu dono.
  • O Sogro e o Furão só dão interesse debaixo do chão.
  • O sol quando nasce é para todos.
  • O Surdo faz falar o Mudo.
  • O tempo é o melhor Juiz de todas as coisas.
  • O tempo em Fevereiro enganou a Mãe ao soalheiro.
  • O tempo perdido nunca se recupera.
  • O trabalho do menino é pouco, mas quem o despreza é louco.
  • O último a rir é o que ri melhor.
  • O Verão colhe e o Inverno come.
  • O Vinho e o Amigo, do mais antigo.
  • Obra de vilão, deitar pedra e esconder a mão.
  • Ofende os bons quem poupa os maus.
  • Olhar para a uva não mata a sede.
  • Olho azul em português não é sinal de boa rês.
  • Olho por olho, dente por dente.
  • Olhos que não vêm, coração que não sente.
  • Oliveira de meu avô, Figueira de meu pai, vinha que eu plantar.
  • Onde fores ter, faz como vires fazer.
  • Onde se chora não cantes.
  • Onde vai o emprestado, que venha remediado.
  • Orelha de homem, nariz de mulher e focinho de cão, nunca viram o Verão.
  • Os amigos são para as ocasiões.
  • Os cães ladram mas a caravana passa.
  • Os dias do Natal são saltos de pardal.
  • Os erros dos médicos a terra os cobre.
  • Os homens não se medem aos palmos.
  • Os males dos nossos avós, fazem-no eles e pagamo-los nós.
  • Os olhos pedem mais do que a barriga aguenta.
  • Ouriços do S. João são do tamanho dum botão.
  • Ouro adquirido, sono perdido.
  • Outubro meio chuvoso, torna o lavrador venturoso.
  • Outubro quente traz o diabo no ventre.
  • Outubro suão, negaças de Verão.
  • Ouve tudo bem, diz o que lhe convém.
  • Ovelha que berra, bocado que perde.